Vídeo: Bruno Reis diz que 'assumiu a responsabilidade do Estado' ao inaugurar maternidade: 'Prefeitura mata no peito e resolve os problemas'
O administrador ainda respondeu críticas quanto a atenção da sua gestão na área da saúde.

Foto: Emily Lima/Farol da Bahia.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), disse que a prefeitura assumiu a responsabilidade do Governo do Estado ao construir a Maternidade e Hospital da Criança Deputado Alan Sanches, no bairro da Federação, inaugurada na manhã desta quinta-feira (16).
Em conversa com jornalistas, o gestor enumerou os trabalhos realizados na sua gestão na área da saúde, como o "aumento da cobertura da atenção básica da saúde de 18% para 70% e instalação de 10 UPAS", além do Hospital Municipal, na Boca da Mata. Ao comentar sobre a maternidade, Bruno Reis disse que os recursos são enviados ao Estado, o qual tem atribuição, mas que sua administração foi a responsável pela entrega da unidade.
“E agora, o antigo Hospital Salvador, que estava em ruínas, ocupado por movimento sem teto, fizemos a primeira maternidade municipal. E olhe, que todos recursos referentes à maternidade, a parto, estão pactuados com o Estado. Esse dinheiro está com o Estado. Era uma atribuição do Estado”, disse. E continuou: “Mas a cidade se acostumou com o prefeito, com a gestão, que chama a bola, mata no peito, assume a responsabilidade, parte para cima e resolve os problemas”, afirmou.
Em resposta às críticas sobre a atenção da sua gestão na área da saúde, Bruno Reis disse ainda que nunca se investiu tanto na saúde. De acordo com ele, a administração municipal investiu 27% do seu orçamento na área da saúde, valor 12% a mais do que o mínimo funcional, acrescentando que as ações falam que mais que palavras.
“Os números estão aí, o equipamento está aqui. Mais do que palavras, do que mentiras, porque quem fala isso falta com a verdade, são as ações. O povo sabe o quanto a gente investiu na saúde; quem não tinha um posto de saúde, quem não tinha um médico perto de casa, quem não tinha onde parir, porque eles nesses 20 anos nunca construíram a maternidade em Salvador”, concluiu.


