Caso Cão Orelha: polícia descarta que adolescentes envolvidos tenham tentado afogar cão Caramelo
Orelha morreu após ser espancado no início de janeiro

Foto: Reprodução/RedesSociais
A Polícia Civil de Santa Catarina descartou que os quatro adolescentes identificados como suspeitos de maus-tratos contra o cão comunitário Orelha, que morreu após as agressões na Praia Brava, em Florianópolis, tivessem tentado afogar outro cachorro na praia. Caramelo, como é chamado, costumava andar ao lado de Orelha e foi adotado.
O delegado Renan Balbino, da Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE), afirmou ao g1 que um dos quatro adolescentes inicialmente apontados como suspeitos de participar das agressões contra Orelha já foi ouvido e negou que estivesse na Praia Brava no momento do crime. A princípio, a participação dele no caso estaria descartada.
Ainda segundo o delegado, o celular do adolescente ouvido foi apreendido e passará por extração de dados. Orelha morreu após ser espancado no início de janeiro. As agressões só chegaram oficialmente ao conhecimento da Polícia Civil no dia 16.
O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam na praia, socorrido e levado a uma clínica veterinária, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.


