• Home/
  • Notícias/
  • Saúde/
  • Casos de internação de crianças por síndrome respiratória grave aumentam no país, diz Fiocruz

Casos de internação de crianças por síndrome respiratória grave aumentam no país, diz Fiocruz

Boletim InfoGripe aponta que casos estão associados ao vírus sincicial respiratório (VSR)

Por FolhaPress
Ás

Casos de internação de crianças por síndrome respiratória grave aumentam no país, diz Fiocruz

Foto: Tony Winston/Agência Brasil

Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (3) pela Fiocruz aponta que o número de hospitalizações de crianças por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) aumentou em vários estados do Nordeste do Brasil, em casos provavelmente associados ao vírus sincicial respiratório (VSR).

O informe, que analisou o período de 23 a 29 de março, destaca também que continuam em alta as internações por SRAG na população infantil de até 2 anos nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

Outro vírus que tem circulado bastante nas regiões Norte e Centro-Oeste é o rinovírus, afetando principalmente crianças e adolescentes na faixa etária dos 2 aos 14 anos.

O boletim mostra que dez estados e o Distrito Federal apresentam níveis alarmantes de SRAG, com sinal de crescimento. São eles: Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima.

Amazonas, Mato Grosso e Sergipe também apresentam incidência de SRAG, mas com sinais de estabilização, e no Tocantins ainda há crescimento da síndrome entre crianças de até 2 anos.
Das capitais, o boletim aponta que 12 apresentam incidência de SRAG nas últimas duas semanas, com tendência de crescimento: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Florianópolis, Macapá, Palmas, Rio Branco, Rio de Janeiro, São Luís e Vitória.

Em 2025 já foram notificados 28.036 casos de SRAG no país, sendo 10.866 (38,8%) com resultado positivo em laboratório. Dentre esses, 6,4% foram de influenza A; 2% de influenza B; 26,3% de VSR; 29,7% de rinovírus; e 32,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Em material divulgado pela Agência Fiocruz de Notícias, Tatiana Portella, pesquisadora do Programa de Computação Científica e do Boletim InfoGripe da Fiocruz, diz que é importante que pessoas com sintomas de gripe ou resfriados usem máscaras de proteção —como a N95 ou a PFF2— e, se possível, permaneçam em casa. Ela ressalta, ainda, que é fundamental estar em dia com a vacinação.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:[email protected]

Faça seu comentário