'Dia mais mortal para judeus desde o Holocausto', diz Biden sobre conflito em Israel
Presidente dos Estados Unidos garantiu que apoiará Israel

Foto: Reprodução/Redes Sociais
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, descreveu o ataque surpresa do Hamas a Israel, no último sábado (7), como o "dia mais letal para os judeus desde o Holocausto". O democrata norte-americano garantiu apoio a Israel durante o conflito com os palestinos.
Biden afirmou que tem o compromisso de ir além de "uma simples condenação do terrorismo". Ele mencionou que tem tido conversas com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e declarou que ofereceu assistência militar ao país.
O presidente dos EUA assegurou que atuará em todos os aspectos da crise, incluindo operações de resgate de reféns, e fez um alerta ao Irã, que é considerado pelos americanos como um aliado do grupo extremista Hamas, para que seja cauteloso em suas ações no conflito.
Apoio a Israel
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reforçou em um pronunciamento nesta terça-feira (10) o apoio a Israel após o ataque surpresa do grupo Hamas, que começou no último sábado (07).
''Neste momento devemos ser extremamente claros: estamos com Israel, e vamos assegurar que eles possam cuidar de todos os seus cidadãos e se defendam desse ataque'', disse.
O presidente americano também ressaltou que há cidadãos americanos sendo mantidos como reféns pelo Hamas, e que todos os esforços estão sendo adotados para o resgate.
Vítimas
O balanço das autoridades locais indicou, na manhã desta quarta-feira (11), um total de 2.255 pessoas mortas, sendo mais de 1.200 em Israel e 1.055 em Gaza. Destaca-se ainda duas vítimas brasileiras, Bruna Valeanu e Ranani Glazer, cujos nomes foram divulgados na terça-feira (10). Ambos estavam desaparecidos desde o último sábado, quando uma festa rave em que estavam presentes foi alvo de bombas e invadida por membros do Hamas.