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Entenda as mudanças sobre Tarifaço de Trump e como ficam as cobranças para o Brasil

Taxas atingem todos os países que mantêm relações comerciais com os EUA, no entanto, há exceções para determinados produtos

Por Da Redação
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Entenda as mudanças sobre Tarifaço de Trump e como ficam as cobranças para o Brasil

Foto: Divulgação/CasaBranca

A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar o tarifaço do presidente Donald Trump, seguida do anúncio de uma nova tarifa global de 10%, gerou dúvidas sobre as cobranças nos produtos brasileiros exportados ao país. 

Ele anunciou, neste sábado (21), que a alíquota subiria de 10% para 15%, dentro do limite da Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite tarifas por até 150 dias antes de avaliação do Congresso. As novas taxas estão previstas para entrar em vigor às 00h01 (horário de Washington), da terça-feira (24). 

As taxas atingem todos os países que mantêm relações comerciais com os Estados Unidos. Há, no entanto, exceções para determinados produtos, como minerais críticos, produtos agrícolas e componentes eletrônicos. Para o Brasil, na prática, a decisão da Suprema Corte anulou todas as tarifas aplicadas por Trump, na última sexta-feira (20), com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). 

Brasil e China são os mais beneficiados

O Brasil e a China são os mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas por Trump, segundo a Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas de comércio internacional. O relatório aponta que o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias, incluindo as já vigentes, com queda de 13,6 pontos percentuais. 

A China terá um recuo de 7,1 pontos, e a Índia, com diminuição de 5,6 pontos. Com a reconfiguração das tarifas, aliados importantes dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), passarão a enfrentar encargos mais altos com a nova alíquota, conforme a Global Trade Alert. 
 

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