Estudo releva que o coronavírus pode sobreviver até 28 dias em celulares e cédulas
Os resultados reforçam a importância da higienização das mãos e objetos

Foto: Agência Brasil
De acordo com um estudo divulgado na segunda (12), pela Agência Nacional de Ciência da Austrália (CSIRO), o novo coronavírus pode sobreviver até 28 dias em superfícies de vidro, como celulares; cartões de banco, cédulas e em aço inoxidável.
O período é maior do que o tempo de sobrevivência de um vírus de gripe comum, que resiste até 17 dias nas mesmas superfícies. Os resultados mostraram que o vírus permanece infeccioso a 20ºC em superfícies lisas, como os cartões bancários, notas ou vidro de telas de celulares.
Os pesquisadores também apontam para a importância de higienizar as mãos e objetos. "Isso reforça a importância de lavar as mãos e limpar objetos o máximo possível, especialmente as superfícies que poder ter mais contato com o vírus", disse o pesquisador-chefe do estudo, Shane Riddell.