Influenciadoras suspeitas de roubo e comércio ilegal de canetas emagrecedoras na BA têm prisões mantidas
Claudiana Rocha é acusada de encomendar os roubos, enquanto Laís Santiago recebia os materiais

Foto: Reprodução/Redes Sociais
As duas influenciadoras digitais que haviam sido presas em decorrência da 2ª fase da Operação Mirakel, que investiga um grupo criminoso envolvido com roubos, receptação e comércio ilegal de canetas emagrecedoras em Salvador, tiveram as prisões mantidas após audiência de custódia realizada na quinta-feira (15).
Segundo as investigações, Claudiana, encomendava os roubos diretamente com adolescentes. Enquanto Laís Santiago é suspeita de receptação. Ambas estavam com mandados de prisão em aberto e eram consideradas foragidas da Justiça.
A primeira fase da Operação Mirakel foi lançada em junho de 2025, e resultou na prisão de duas pessoas apontadas como lideranças de um esquema de roubo de medicações. Um dos alvos cooptava adolescentes e coordenava os ataques às farmácias. O segundo preso exercia o papel de executor dos roubos dos medicamentos.
Na época, foram encontrados uma bag de entrega por aplicativos, uma capa de chuva e um casaco utilizados nos roubos e identificados em imagens de câmeras de segurança, além de produtos de higiene pessoal com suspeita de subtração nos estabelecimentos comerciais.


