Isis Valverde muda o visual com alongamento discreto e natural!
Visagista e terapeuta capilar, Mari Borges, comenta a escolha de Ísis Valverde e explica por que o aplique virou aliado de quem gosta de mudar o cabelo sem esperar

Foto: Redes Sociais
Uma mudança de comprimento, mais volume, um movimento diferente no espelho. O novo visual de Isis Valverde não é apenas uma transformação , ele revela uma forma mais livre de se relacionar com a própria imagem.
Ao optar pelo alongamento com técnica de fita, aplicado por Éder Fernandes, a atriz mostra como o aplique deixou de ser associado a exagero ou disfarce e passou a ocupar outro lugar: o de construção de estilo.
Para a visagista e terapeuta capilar, Mari Borges, o gesto acompanha uma mudança silenciosa no comportamento feminino. “Isis Valverde apostou no aplique com Éder Fernandes usando a técnica de fita, e isso diz muito sobre o momento atual da beleza".
Mari explica que a técnica escolhida está entre as mais delicadas quando o assunto é alongamento. “A técnica de fita é uma das mais finas e estratégicas quando falamos em alongamento. As mechas já vêm com uma base adesiva ultrafina e são aplicadas ‘sanduichando’ o fio natural entre duas fitas. O resultado é uma raiz limpa, leve, praticamente imperceptível ao toque e ao olhar. O caimento fica natural, o movimento acompanha o cabelo e o volume é construído de forma equilibrada".
Segundo ela, o alongamento hoje conversa com desejo, fase e expressão pessoal. “O mais interessante é entender que hoje o aplique não é mais sobre esconder algo. Ele virou ferramenta de imagem. É sobre refresh. É sobre viver um momento específico sem precisar esperar anos o cabelo crescer".
A especialista destaca que a mulher contemporânea quer autonomia sobre a própria imagem. “A mulher moderna não quer ficar presa ao tempo biológico do fio. Ela quer escolher quando ter mais comprimento, quando apostar em mais volume, quando criar impacto. Pode ser para um projeto, uma fase, uma estação do ano ou simplesmente para mudar a energia. E o aplique permite exatamente isso: liberdade estética".
A manutenção, segundo Mari, também evoluiu junto com as técnicas. “A manutenção também é simples quando a aplicação é técnica. A cada seis ou oito semanas, as fitas são retiradas, higienizadas e reaplicadas próximas à raiz. Quando o peso está bem distribuído e o cabelo natural está saudável, não há prejuízo estrutural. O que danifica não é a técnica em si, mas a má aplicação e a falta de acompanhamento profissional".
Ela completa lembrando que o alongamento ganhou naturalidade. “As técnicas evoluíram muito. Hoje as fitas são mais finas, mais leves e pensadas para harmonizar com corte, cor e formato de rosto. O alongamento deixou de ser algo artificial e passou a ser um recurso de styling, assim como maquiagem ou acessórios", finaliza.


