Luno questiona sociedade em seu primeiro solo: 'Homo Pacificus'
Ex-Plástico Lunar mostra um olhar tragicômico sobre a condição humana em suas nove faixas

Foto: Divulgação/Gabriel Barretto
Jazz, rock, psicodelia nordestina e o misticismo da música indiana são características presentes no Homo Pacificus, o primeiro solo de Luno Torres, ex-baixista da banda Plástico Lunar, que aqui assina apenas como Luno. O disco é composto por nove faixas e traz críticas bem humoradas sobre valores sociais contemporâneos e transes sonoros.
Em Homo Pacificus, Luno mostra um olhar tragicômico sobre a condição humana, e questiona as construções sociais. "É um disco conceitual, que clama por uma existência mais harmoniosa entre o ser humano, sua psique, desejos e paixões", conta o músico.
As letras navegam por crenças, expectativas, decepções e a busca por equilíbrio e soluções para o mundo. Além de ser um disco de rock, algumas passagens psicodélicas podem ser bem convidativas para um bom momento do transe sonoro proposto por Luno neste registro.
Além de Luno, no baixo e vocais, estão mais dois nomes conhecidos na música de Sergipe, com reconhecimento nacional, Léo Airplane (piano, sintetizador e efeitos sonoros) e Gabriel Perninha (bateria e percussão).