Mendonça autorizou quebra dos sigilos da amiga de Lulinha antes da CPMI do INSS, afirma coluna
Polícia Federal solicitou ao ministro a quebra dos sigilos da empresária e do filho de Lula em janeiro de 2026

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do inquérito da chamada "Farra do INSS", já havia autorizado a quebra dos sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), antes mesmo da CPMI que apura o caso. A informação foi divulgada pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
De acordo com a coluna, a Polícia Federal (PF) solicitou ao ministro a quebra dos sigilos da empresária e do filho de Lula em janeiro de 2026. O pedido foi atendido por Mendonça.
Já a CPMI do INSS, no Congresso Nacional, aprovou a quebra do sigilo no último dia 26 de fevereiro.
Dino suspendeu a quebra de sigilo da empresária nesta quarta-feira (4), após a defesa da empresária entrar com um mandado de segurança no Supremo.
De acordo com a apuração da coluna de Igor Gadelha, os advogados do filho do presidente dizem que a decisão beneficia Lulinha, sob a justificativa de que Dino suspendeu todo o ato da CMPI, que quebrou os sigilos durante votação em "globo".
A assessoria do ministro diz que a decisão beneficia apenas Roberta, a defesa de Lulinha discorda.


