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Moraes determina que PGR se manifeste sobre prisão preventiva de Bolsonaro após notícia-crime

Ex-presidente pode ser preso antes de ser julgado no processo criminal da trama golpista

Por Da Redação
Ás

Atualizado
Moraes determina que PGR se manifeste sobre prisão preventiva de Bolsonaro após notícia-crime

Foto: Agência Brasil/Lula Marques

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a necessidade de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu na Suprema Corte por tentativa de golpe de Estado.

O despacho foi assinado no último dia 18, após Moraes analisar uma notícia-crime protocolada contra Bolsonaro. O ministro quer que a PGR avalie se a prisão do ex-presidente é necessária “a fim de garantir a ordem pública e a instrução processual”.

A prisão preventiva, que não tem prazo determinado, pode ser decretada antes do julgamento do réu.

Além disso, Moraes solicitou que a PGR opine se, ao convocar atos pela anistia, Bolsonaro cometeu os crimes de obstrução de Justiça, incitação contra as instituições democráticas e coação no curso do processo. Isso justificaria a prisão antes de uma eventual condenação pela Primeira Turma do STF.

Notícia-crime contra Bolsonaro

As solicitações de Moraes à PGR têm como base uma notícia-crime protocolada pela vereadora Liana Cristina (PT-Recife) e pelo advogado Victor Fialho Pedrosa.

No documento, eles argumentam que Bolsonaro tentou "obstruir a Justiça", "incitar novos atos que comprometam a ordem pública e a estabilidade democrática" e "coagir no curso do processo".

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O pedido de prisão preventiva se baseia na convocação de Bolsonaro para a manifestação pela anistia, realizada no Rio de Janeiro, no último dia 16.
 

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