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Podomblé: Ângela Guimarães comenta sobre casos de racismo ocorridos em Salvador: 'foi uma convocação para atuar de forma mais efetiva nas leis'; veja vídeo

Secretária da Sepromi afirmou isso durante o novo episódio do Podomblé

Por Da Redação
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Podomblé: Ângela Guimarães comenta sobre casos de racismo ocorridos em Salvador: 'foi uma convocação para atuar de forma mais efetiva nas leis'; veja vídeo

Foto: Farol da Bahia

A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Ângela Guimarães, comentou no novo episódio do Podomblé, que foi ao ar nesta segunda-feira (23), sobre os casos de racismo e intolerância religiosa que aconteceram na capital baiana.

"Nós tivemos o registro de seis casos de racismo e intolerância religiosa e dois chamaram bastante atenção. Dois ou três chamaram a atenção bastante da gente. Um foi um caso ao vivo do apresentador Vanderson Nascimento da Rede Bahia que sofreu uma discriminação ao vivo filmada pelas câmaras de TV por meio da violência física de um policial militar", afirmou a secretária. 

A secretária também solidarizou à família e aos amigos do psicólogo e estudante da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Manoel Rocha Reis Neto, vítima de racismo no Camarote Ondina, durante o carnaval de Salvador. Ele denunciou o caso nas redes sociais, que repercutiu após a morte do estudante.    

"Então eu quero, em primeiro lugar, me solidarizar à família de Manoel, aos amigos, amigas. Eu acho que todos e todas nós que somos cotidianamente vítimas do racismo fomos tocados de forma muito intensa e profunda pelo que aconteceu com ele", disse Ângela. 

Ângela também afirmou que esses acontecimentos são uma convocação para fortalecer a efetividade das leis contra o racismo para que os responsáveis recebam a devida punição. Ela também acrescentou sobre a importância de ações de conscientização racial além de atendimento psicossocial para as vítimas.

"É uma convocação, eu acredito que o que aconteceu com ele é uma convocação para isso que você vinha falando antes, para que a gente continue e atue de forma mais enérgica na efetividade das leis, para que os racistas não fiquem punidos. Para que a gente atue numa perspectiva de uma conscientização racial mais ampla da sociedade, mas que a gente também amplie o acesso a serviços de atendimento psicossocial a pessoas vítimas de racismo", ressaltou. 

Ângela também relembrou o Centro de Nelson Mandela como uma das primeiras iniciativas voltada ao acolhimento a vítimas de racismo. 

"Aqui na Bahia a gente tem o Centro de Referência Nelson Mandela, que atua há 13 anos, que foi a primeira iniciativa em plano nacional voltada ao acolhimento a vítimas de racismo, levando em conta essa dimensão", concluiu. 

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