Transferência de Bolsonaro ocorreu por "risco de morte", afirma relatório médico

Ex-presidente passou mal na prisão e foi transferido às pressas para o Hospital DF Star

Por Da Redação
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Transferência de Bolsonaro ocorreu por "risco de morte", afirma relatório médico

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A médica plantonista que atendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na prisão afirmou em relatório que a transferência dele para o Hospital DF Star, na semana passada, ocorreu em razão do "risco de morte". O político se recupera de um quadro de broncopneumonia bacteriana.

Na última sexta-feira (13), o ex-presidente passou mal na prisão e foi transferido às pressas para a unidade hospitalar, onde segue internado.

A transferência de Bolsonaro foi comunicada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pela direção da Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, condenado no processo da trama golpista.

No relatório encaminhado a Moraes, foi comunicado que o presídio realizou a escolta para o hospital.

"A escolta teve início às 6h52, após avaliação e determinação da médica de plantão, Dra. Ana Cristina, em razão do risco de morte do custodiado. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com chegada no Hospital DF Star", diz o documento.

Após Bolsonaro passar mal, a defesa solicitou novamente que Moraes concedesse a prisão domiciliar ao ex-presidente. Não há prazo para que o ministro responda ao pedido.

Segundo o boletim médico divulgado na manhã desta sexta-feira (20), Bolsonaro segue internado e sem previsão de alta.

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