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Trump diz para companhias considerarem espaço aéreo da Venezuela fechado

Comentário de Trump faz referência a ações estadunidenses de combate ao tráfico de drogas

Por Da Redação
Às

Trump diz para companhias considerarem espaço aéreo da Venezuela fechado

Foto: Reprodução/Alan Santos /PR | Redes Sociais

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse na rede social de propriedade dele, a Truth Social, neste sábado (29), que companhias aéreas considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela fechado. Além das companhias áreas, Trump destinou a postagem a "pilotos, narcotraficantes e traficantes de pessoas".

O governo Trump classifica o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, como líder de uma organização narco terrorista, o Cartel de los Soles. O presidente estadunidense, inclusive, já autorizou bombardeios contra embarcações no Caribe, sob alegação de combate ao narcotráfico.

Confira:

Presidente dos Estados Unidos recomenda que companhias aéreas evitem movimentações para a Venezuela Foto: Reprodução/Redes Sociais

Confira tradução de postagem de Trump:

"A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas: considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela totalmente fechado. Obrigado a todos pela atenção a este assunto".
 

No dia 21 de novembro, Trump já havia alertado que companhias aéreas evitassem sobrevoar o espaço aéreo venezuelano. Diante da recomendação, várias companhias aéreas suspenderam voos que cruzaram o território venezuelano ou que tinham o país como destino.

Devido ao cancelamento dos voos, o governo venezuelano revogou a licença de ao menos seis companhias aéreas. A medida foi anunciada pelo governo de Nicolás Maduro na quinta-feira (27).

Ainda na quinta-feira (27), Trump afirmou que os bombardeiros contra embarcações que contribuíam para o tráfico de drogas demonstrava resultados e destacou que os EUA passarão a impedir também o transporte de entorpecentes por terra.

Segundo divulgado pelo "New York Times", Trump havia ligado para Maduro entre os dias 22 e 23 de novembro para discutir um encontro nos Estados Unidos. As informações do NYT ainda indicam que Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, apontado como um dos principais críticos do regime de Maduro dentro do governo americano, também participou da conversa.

Os EUA acusam Maduro de liderar o Cartel de los Soles, o que motivou o aumento da presença militar americana na região.


Ataques a embarcações

Desde agosto deste ano, forças americanas atacaram 21 embarcações no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico, ao alegarem que os barcos participaram do tráfico internacional de drogas. Ao todo, 83 pessoas foram mortas nos ataques.

A revista "The Atlantic" afirma que Maduro estaria disposto a negociar a saída do poder, desde que recebesse anistia e garantias de segurança para viver no exílio. A Rússia, inclusive, afirmou estar pronta para ajudar a Venezuela na escalada contra os EUA.

Além de bases militares e estruturas de segurança cooperativas instaladas em aeroportos de países parceiros, os EUA também deslocaram caças, bombardeiros e helicópteros para o sul do Caribe, para aumentar o cerco contra a Venezuela.

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