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Vídeo: ’Já ofereceram o cargo a mais de 10 nomes e nenhum aceitou’, ironiza Bruno Reis sobre vice de Jerônimo

Para o prefeito de Salvador, a situação que envolve o atual vice-governador, Geraldo Júnior, é 'deplorável e 'desconsideração pública'

Por Emilly Lima
Às

Atualizado
Vídeo: ’Já ofereceram o cargo a mais de 10 nomes e nenhum aceitou’, ironiza Bruno Reis sobre vice de Jerônimo

Foto: Emilly Lima/Farol da Bahia

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), afirmou nesta terça-feira (31) que o cargo de vice na chapa majoritária do governador Jerônimo Rodrigues (PT) já foi oferecido a mais de 10 políticos, que recusaram o convite. Atualmente, a vice-governadoria é ocupada por Geraldo Júnior (MDB), que ainda não obteve a confirmação se será candidato à reeleição junto com a chamada "chapa puro-sangue", composta por Jerônimo, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT). 

Bruno classificou a situação de Geraldo como "deplorável" e que é uma "desconsideração pública".  "Tenho me preocupado com nosso grupo e nossas articulações, com o que efetivamente pode produzir um resultado concreto pra gente. O que estão fazendo com o atual vice-governador é algo, assim, deplorável. Desconsideração pública", disse durante coletiva em que anunciou mudanças no secretariado.

Segundo o gestor municipal, o cargo de Geraldo Júnior foi oferecido ao prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (UB), ao prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), à presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Ivana Bastos, entre outros. 

"Já ofereceram o cargo dele a mais de 10 nomes e nenhum aceitou. Zé Ronaldo, Zé Cocá, Ivana Bastos, Alex Piatã, Adolfo Menezes, Elmar Nascimento, Marcinho. Quem podia imaginar que um candidato à reeleição chega a seis meses e ninguém aceita ser vice?", ironizou Bruno. 

O gestor da capital baiana também relembrou quando o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), se candidatou ao governo da Bahia em 2022 e revelou que houve uma disputa entre os aliados para ocupar a posição de vice na chapa. 

"Eu lembro quando o Neto era candidato à reeleição, que eu queria ser vice, a briga que foi. Depois da minha reeleição, quantos queriam ser vice? Mas, enfim, cabe aos adversários tomar conta da vida deles, nós estamos tomando conta da nossa", pontuou. 

"Não sei se é desespero, se é falta de habilidade política. Acho que a briga entre eles lá, a confusão interna, os 20 anos de poder, mistura mais soberba, com se sentirem dono, como se fosse algo que faz parte da posse deles, permite aí tanta patinada, tanta derrapada, então acho que esses convites acabam refletindo o momento que eles reconhecem que estão passando de extrema dificuldade, não só administrativa por todos os problemas que a Bahia está enfrentando, tem também problemas agora políticos", completou o prefeito.

Confira o vídeo abaixo

 

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