Vídeo: Jaques Wagner fala sobre Messias no STF, substituto de Lewandowski e chapa 'puro-sangue' do PT
A fala ocorreu nesta segunda-feira (12) no novo Terminal Rodoviário de Salvador.

Foto: Reprodução.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), comentou nesta segunda-feira (12) sobre a indicação de Messias ao STF e de Wellington César Lima e Silva como possível substituto de Ricardo Lewandowski, bem como a situação da chapa “puro-sangue”.
A fala ocorreu durante a entrega das chaves do novo Terminal Rodoviário de Salvador ao governador Jerônimo Rodrigues, em Águas Claras, Salvador. Confira vídeo abaixo:
Wellington como possível substituto de Lewandowski
Ao ser questionado sobre possíveis articulações para que Wellington César Lima e Silva substitua Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o senador do PT acredita que não há articulações pelo fato da decisão ser exclusivamente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ele ainda disse que o atual advogado-geral da Petrobras é uma “pessoa credenciada”, por ter ocupado diversos cargos na Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil e ter sido ministro da Justiça durante o governo de Dilma Rousseff.
“O nome de Wellington brota com uma certa naturalidade. Agora, campanha e articulação não tem”, disse.
Indicação de Messias para o STF
Sobre a indicação de Jorge Messias, atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), ao Supremo Tribunal Federal (STF), Jaques Wagner disse que a prerrogativa é do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e que a sabatina e a votação devem ocorrer após o carnaval.
Wagner acredita que Messias tem “acumulado votos” para ser aprovado no senado, além de ter ganhado a confiança do presidente.
Reeleição
Já sobre a chapa “puro-sangue”, o senador disse que falta todos concordarem. Ele também citou a necessidade de diálogo com o senador Angelo Coronel (PSD-BA), que pode concorrer à reeleição.
Além disso, ele caracterizou a chapa como “puro governador” por ser composto por dois ex-governadores (Wagner e Rui Costa) e pelo atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
A expectativa é que a decisão ocorra até o final de janeiro sem que o grupo rache.


