8 de janeiro: Jerônimo participa de ato em Brasília
Governador mencionou resistência democrática e necessidade de seguir viva a lembrança dos acontecimentos para poder evitar retrocessos institucionais

Foto: Eduardo Aiache/GOVBA
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), participou nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, em Brasília, da cerimônia que marcou os três anos dos atos que aconteceram 8 de janeiro de 2023, episódio que marcou um ataque à democracia brasileira e às instituições da República.
O evento teve autoridades e representantes da sociedade civil, reforçando a importância da preservação da memória histórica, da defesa da Constituição e do fortalecimento do Estado Democrático de Direito.
Ao longo da solenidade, Jerônimo Rodrigues mencionou a resistência democrática e a necessidade de seguir viva a lembrança dos acontecimentos para poder evitar retrocessos institucionais.
“O 8 de janeiro é uma data para que ninguém nunca se esqueça da nossa responsabilidade com a democracia e com a soberania do país. Atendendo ao chamado do presidente Lula, estivemos aqui no Palácio do Planalto. Relembrar esse episódio é reafirmar que não há espaço para ataques às instituições nem para qualquer tentativa de ruptura democrática”, disse o governador.
O governador também ressaltou que a defesa da democracia exige compromisso permanente e ação cotidiana por parte das lideranças políticas e dos entes federativos.
“Nesta data, reafirmamos nosso compromisso diário com a democracia. Respeitar o voto, fortalecer as instituições e proteger a vontade do povo é proteger o Brasil”, emendou.
Ao longo da cerimônia, o presidente Lula (PT) reforçou a importância de preservar a memória histórica como forma de proteger o futuro do país e reforçou o compromisso do Governo Federal com a democracia e o respeito à vontade popular. Na ocasião, o chefe do Executivo assinou decreto em que veta o Projeto de Lei da Dosimetria, proposta que visa a diminuição das penas aplicadas aos condenados pela participação na tentativa de golpe de Estado.
“Em nome do futuro, não temos o direito de esquecer o passado. Não aceitamos nem ditadura civil, nem ditadura militar. O que queremos é uma democracia que emane do povo e seja exercida em nome do povo. Viva a democracia brasileira”, afirmou.


