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"A gente não tem perspectiva de volta presencial este ano", diz reitora da UnB

Não há datas definidas para a volta, sendo primeiramente de modo remoto

Por Da Redação
Ás

"A gente não tem perspectiva de volta presencial este ano", diz reitora da UnB

Foto: Reprodução

A universidade de Brasília (UnB) criou um  questionário social que será usado pela reitoria para planejar a volta às voltas. A atividade usada por estudantes, professores e servidores técnicos, terminou nesta sexta-feira (26), e foi usada para mapear a situação socioeconômica, de saúde e de acesso tecnológico. 
 
Um possível prazo para retorno não presencial será definido com o apoio do Comitê de Coordenação de Acompanhamento das Ações de Recuperação (CCAR), criado para guiar os passos da universidade durante a pandemia. Não há datas definidas para a volta, sendo primeiramente de modo remoto. 
 
 “Nós chegamos a um ponto da pandemia em que fica claro que a situação não vai melhorar no curto prazo, a gente não tem perspectiva de volta presencial este ano", diz a reitora da UnB, Márcia Abrahão em entrevista ao Eu. 

Para além disso, ela chama a atenção para o fato de que, apesar de sem aulas, a universidade não está parada. “A universidade está funcionando remotamente e estamos trabalhando com várias pesquisas para o combate ao coronavírus, que é um grande trabalho para a sociedade”, destaca.

Além da pesquisa social com a comunidade acadêmica, a graduada, mestre e doutora em geologia informa que há várias outras ações em andamento para planejar a volta às aulas a distância, algo que não acontecerá enquanto não houver garantia de que nenhum aluno ficará para trás, por exemplo, por não ter computador ou internet.
 
“Estamos nos organizando internamente e, há dois meses, estamos fazendo e fizemos cursos para formação dos nossos professores em educação a distância. Afinal, não é simplesmente desligar um botão e ligar outro e dizer: agora, professor, você vai dar aula remotamente”, relata a reitora. “Apesar de termos um centro de ensino a distância antigo, muitos professores não têm formação em dar aula não presencial”

O Ministério da Educação (MEC) trabalha num acordo com a Rede Nacional de Pesquisa (RNP) para contratar empresas de telefonia e fornecer internet para estudantes de instituições federais com até 1,5 salário mínimo per capita.

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