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ANP sugere que empresas de petróleo paguem por estudos sobre manchas de óleo

Medida visa auxiliar os pesquisadores

Por Da Redação, Agências
Ás

ANP sugere que empresas de petróleo paguem por estudos sobre manchas de óleo

Foto: Divulgação/ Petrobras

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) fez uma sugestão de que as empresas petrolíferas que exploram campos de petróleo e gás no Brasil possam custear estudos para calcular o total de óleo derramado ao longo da costa brasileira. Elas sã obrigadas, por contrato, a aplicar recursos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), as companhias devem ter que investir, só este ano, cerca de R$ 2 bilhões em estudos.  O grupo de estudos que conta com a participação do Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), coordena, no âmbito federal, as ações de acompanhamento da situação do óleo no litoral.

A aplicação dos recursos da cláusula de PD&I – presente nos contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural – é fiscalizada pela agência reguladora vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Desde a criação da chamada Rodada Zero, em 1998, os contratos que a ANP assina com as empresas ou consórcios vencedores dos leilões de blocos exploratórios de petróleo e gás contêm cláusulas estabelecendo a obrigação das concessionárias de destinarem um percentual da receita bruta da produção para pesquisa, desenvolvimento e inovação do setor.

Segundo o GAA, os grupos de trabalho reúnem mais de 100 pesquisadores e cientistas ligados a universidades e institutos de pesquisa nacionais, principalmente da Região Nordeste, onde todos os nove estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) foram atingidos por manchas e fragmentos de óleo que, posteriormente, chegaram ao Espírito Santo e ao Rio de Janeiro, na Região Sudeste.

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