Aos 10 anos, estudante baiano acumula conquistas em olimpíadas científicas!
Matheus Cedraz concilia a rotina de provas com a paixão pela música e escrita

Foto: Divulgação
O baiano Matheus Cedraz tem apenas 10 anos, mas já reúne uma série de conquistas em prestigiadas competições científicas nacionais e internacionais. Somente este ano, já conseguiu ouro na SMETA Science Olympiad e no Singapore Math Global Finals (SMGF), disputa de alto nível que avalia as capacidades de raciocínio lógico e resolução de problemas matemáticos, além de bronze na Olimpíada Copernicus de Matemática.
Criativo, curioso e sempre disposto a ampliar seus horizontes, o aluno da Land School Pituba despertou o interesse pelas olimpíadas em 2023, quando seus pais descobriram a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Desde então, ele vem acumulando medalhas e experiências acadêmicas, sem deixar de enxergar as competições como uma forma de diversão.
“Acho muito legal e prazeroso realizar as avaliações. Participo para aprender coisas novas, mas tento fazer as provas de maneira leve e tranquila. O que mais me motiva é entender que, independentemente dos resultados, vão ajudar a ampliar meus conhecimentos e abrir portas no futuro”, conta Matheus.
Além do desempenho nas áreas de Matemática e Ciências, o que o levou a ser escolhido para compor o programa de Sócios-Mirins da Associação dos Engenheiros do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (AEITA), o estudante ainda se destaca no campo da escrita. Autor desde os 6 anos, acabou de lançar seu segundo livro sobre Astronomia. A obra “As curiosidades sobre o universo” aborda características e curiosidades sobre galáxias, planetas, estrelas, entre outros corpos celestes.
Embora a trajetória seja motivo de imenso orgulho, para o pai de Matheus, Leonardo Pereira, a maior recompensa é ver o filho crescer enquanto cidadão. “O que verdadeiramente nos move é perceber o impacto que gera nas pessoas. Saber que ele inspira outras crianças a escrever, a estudar, a integrar competições e a acreditar no próprio potencial é algo que vai muito além de qualquer troféu”, afirma.
Os reconhecimentos obtidos pelo garoto também refletem o papel da escola em estimular múltiplas habilidades e construir uma relação contínua com o aprendizado. “Na Land School, através de uma abordagem que incentiva a investigação, o pensamento crítico e a aplicação de saberes no dia a dia, oferecemos experiências que vão da robótica ao teatro, dos idiomas aos projetos de culinária. A ideia é garantir possibilidades para que talentos como o Matheus descubram suas afinidades e se desenvolvam com mais confiança, autonomia e afeto”, ressalta o diretor da Land School Pituba, David Figueroa.
O universo das olimpíadas, estudos regulares e escrita ainda é preenchido pela música. Multi-instrumentista, o jovem toca piano, violino, sanfona, flauta doce, teclado, pandeiro e escaleta.

