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Genial/Quaest: 56% dos brasileiros afirmam já ter definido voto a presidente; 43% podem mudar

Levantamento indica que 67% dos eleitores de Lula estão decididos sobre voto; entre os votantes de Flávio Bolsonaro o percentual aparece em 63%

Por Da Redação
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Genial/Quaest: 56% dos brasileiros afirmam já ter definido voto a presidente; 43% podem mudar

Foto: Ricardo Stuckert/PR | Carlos Moura/Agência Senado

Mais da metade dos brasileiros, cerca de 56%, afirma que as escolhas de candidato à Presidência são definitivas, enquanto 43% consideram mudar. Os dados são de um levantamento da pesquisa Genial/Quest, que avalia a situação das disputas eleitorais desse ano.

Em relação aos eleitores de Lula (PT), 67% afirmam que estão decididos sobre o voto, enquanto 31% admitem que podem trocar. Enquanto os eleitores decididos em votar em Flávio Bolsonaro (PL) somam 63% contra 36% dos que pontuaram a possibilidade de alterar o voto.

Ratinho Jr (PSD) aparece na pesquisa com eleitores mais flexíveis, nos quais 56% afirmam que cogitam mudar o voto. O percentual de eleitores que devem manter o voto no governador do Pará chega a 41%. Já entre os eleitores de Romeu Zema (Novo), 33% afirmaram que pretendem apoiar o candidato até o fim do processo eleitoral, enquanto outros 67% afirmaram que podem mudar.

Entre os entrevistados que relataram intenção de votar branco/nulo, 60% reconheceu que pode trocar, enquanto outros 39% disseram que a decisão é irreversível. 

A pesquisa destacou que entre os eleitores mais suscetíveis a mudança estão mulheres, com 49%; jovens entre 16 e 34 anos (52%); com ensino superior (48%); e moradores da Região Sudeste (48%).

Entre aqueles com decisão definitiva aparecem os homens, com 64%; além do mesmo percentual para habitantes do Nordeste. Entre as faixas etárias de 36 a 59 anos e 60 anos ou mais, 59% afirmam já estar decididos. 57% dos eleitorados que possui somente ensino fundamental também não cogitam outro candidato.

Em relação à pesquisa filtrada por renda, 60% dos que ganham até 2 salários mínimos afirmam que não pretendem alterar o voto. Para aqueles que recebem acima de cinco salários o percentual é um pouco menor, e alcança 57%. Entre os que recebem de dois a cinco salários, 51% afirma não ter pretensão em alterar o voto.

O levantamento entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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