Motta e Alcolumbre não participarão da solenidade convocada por Lula para marcar atos golpistas do 8 de janeiro
Ministros do governo Lula também devem se ausentar

Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmaram na terça-feira (6) que não comparecerão ao evento que acontecerá no Palácio de Planalto, na quinta-feira (8), em lembrança aos três anos do vandalismo nas dedes dos três poderes.
Motta alegou compromissos pessoais para justificar a ausência na solenidade. Enquanto Alcolumbre informou que está no Amapá para cumprir agendas e dar continuidade a compromissos de trabalho.
A presença de Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não foi confirmada. Ele comandará uma agenda de eventos no Supremo voltados à lembrança do 8 de janeiro, na tarde do dia 8.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a presença de todos os ministros na cerimônia. No entanto, parte da esplanada está em recesso.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, já avisou que não deve comparecer. Fernando Haddad, ministro da Fazenda, também está em recesso e provavelmente também não comparecerá. O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, garantiu que levará uma numerosa caravana de representantes de movimentos sociais.
O Partido dos Trabalhadores (PT) também convocou militantes para presenciar na área externa do Palácio do Planalto, onde deve ser instalado um telão.
A solenidade é promovida desde 2024, para relembrar os atos criminosos de 8 de janeiro de 2023 e reforçar a necessidade de defesa da democracia.


