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Vídeo: Bahia oferecerá apoio a vítimas de racismo no Carnaval, afirma secretária da Sepromi

Ângela Guimarãesapresentou ações do governo nesta terça (10)

Por Ane Catarine Lima, Deivide Sena
Às

Atualizado
Vídeo: Bahia oferecerá apoio a vítimas de racismo no Carnaval, afirma secretária da Sepromi

Foto: Farol da Bahia

Em Salvador, o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, no bairro da Pituba, e a futura Casa da Igualdade Racial, que será inaugurada em abril no Pelourinho, funcionam como principais equipamentos do governo da Bahia para acolher e assistir vítimas de racismo, inclusive durante o Carnaval.

A secretária de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), Ângela Guimarães, afirmou ao Farol da Bahia que os espaços estão preparados para oferecer apoio permanente à população negra e às comunidades tradicionais durante a folia.

“O Centro de Referência Nelson Mandela é pensado para as vítimas, com equipe multiprofissional formada por advogadas, psicólogas e assistentes sociais, que oferecem atendimento humanizado. O racismo não causa prejuízo apenas do ponto de vista legal, mas também provoca um dano psicológico profundo”, explicou.

“A partir de março, teremos também a Casa da Igualdade Racial. Será um espaço permanente, qualificado e estruturado, que vai além da denúncia e fortalece ainda mais a rede de proteção à população negra”, acrescentou a secretária.

A declaração foi feita durante um evento da Sepromi no Pelourinho, que apresentou as ações do governo da Bahia para enfrentar o racismo durante o Carnaval de 2026.

Atuação da Sepromi durante o Carnaval

Durante a folia, a secretaria atuará com campanhas digitais e postos fixos de atendimento em Salvador:

•Praça Municipal: Circuito do Centro Histórico

•Avenida Sete: Plantão Integrado em Direitos Humanos

•Ondina: Sistema Integrado da Superintendência de Prevenção à Violência e da Valorização Profissional (Sprev), da SSP

Ao todo, cerca de 180 profissionais capacitados estarão disponíveis para oferecer escuta qualificada, apoio psicossocial e orientação jurídica, garantindo atendimento humanizado e resposta rápida a denúncias de racismo.

 

 

 

 

 

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