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Vídeo: dona de bar na Gamboa critica operação contra comércios irregulares e diz que agentes ameaçaram população: 'tentativa de expulsar comunidade pesqueira'

Ana Caminha publicou vídeo no qual afirmou que comércios passam por processo de regularização fundiária

Por Da Redação
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Atualizado
Vídeo: dona de bar na Gamboa critica operação contra comércios irregulares e diz que agentes ameaçaram população: 'tentativa de expulsar comunidade pesqueira'

Foto: Reprodução/Redes Sociais | Otávio Santos / Secom PMS

A dona de um bar localizado na região da Gamboa de Baixo, em Salvador, denunciou as ações de fiscalização da Prefeitura de Salvador, na quarta-feira (21). Segundo ela, agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) ameaçaram fechar comércios da comunidade, sob alegação de irregularidade e ausência de alvará. A GCM, no entanto, participou da ação apenas como apoio, porque a fiscalização foi feita pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Ana Caminha, identificada como uma das lideranças da comunidade, afirmou que a região está em processo de discussão da regularização fundiária, e por esse motivo não é possível apresentar a documentação necessária para funcionamento.

Ainda segundo Ana Caminha, as ações de regularização são feitas sob a justificativa de "combater o tráfico de drogas na região", no entanto, tornou-se um meio de ataque aos trabalhadores de bares e pequenos comércios, em uma "tentativa de expulsar uma comunidade pesqueira, popular e negra, localizada no centro da cidade".

Além da GCM, a ação coordenada pela Sedur também teveo apoio da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
O que diz a Guarda Civil Municipal

Em nota enviada ao Farol da Bahia, a Guarda Civil Municipal negou ter ameaçado comerciantes na região e destacou que apenas atuou no apoio as ações de fiscalização dos órgãos públicos, sem atuação direta na região citada pela empreendedora.

A GCM afirmou que a fiscalização de estabelecimentos comerciais é de responsabilidade exclusiva da Sedur, e que só intervém nas ações em casos de ameaças aos agentes de fiscalização, o que não foi registrado nesta ocorrência.

O Farol da Bahia entrou em contato com a Sedur na manhã desta quinta-feira (22), mas até o momento ainda não obteve um retorno da pasta.
 

Confira vídeo:

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