Mente vazia, oficina do diabo
Confira o artigo de Marcelo Cordeiro nesta sexta-feira (20)
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
A nossa Universidade vai de mal a pior. É, sobretudo, imprestável. Ostenta um notável descolamento da sociedade que a cerca e a sustenta. Raramente, se percebe sua mão, ou melhor dizendo, uma contribuição efetiva frente às nossas necessidades, das mais simples às mais complexas, do ponto de vista científico.
Recentemente, o nosso país se viu engolfado, como o mundo todo, nas garras mortíferas de uma grave pandemia. Descobrimos, então, que precisávamos importar vacinas, máscaras, luvas, oxigênio, hospitais de campanha, pois não tínhamos nada disso, a fim de socorrer a nossa desvalida população.
Uma simples olhada, contudo, para a nossa universidade e lá estava ela, na melhor das hipóteses, discutindo se um homem era um homem ou uma mulher, como trogloditas da idade da pedra, quando não estávamos expondo nossas vergonhas em dancinhas mirabolantes.
Pichada em suas paredes com desenhos de mau gosto, conferindo um ambiente depressivo e degenerado, cadeiras quebradas, cenas de sexo explícito e nudez sem pudor, professores agredidos, consumo de drogas, tudo enfim, protegido pela autonomia universitária, sinônimo de território sem lei.
A maioria dos estudantes, e até mesmo dos professores, professa ideias, que visam desconstruir os valores mais enraizados da civilização ocidental, tais como o cristianismo, o sexo binário, a formação racial do Brasil e chegam a contestar elementos e personagens essenciais da nossa História nacional, no afã de reescreve-la com base em suas crenças ideológicas.
Confira o artigo na íntegra aqui.