Claudia Leitte é processada em processo trabalhista movido por ex-backing vocal
Cantora deve pagar R$ 5 mil de indenização
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A cantora Claudia Leitte foi condenada em uma ação trabalhista movida por Danilo Souza, conhecido como Danilo Black, ex-backing vocal da artista.
Danilo Black alega que não teve a carteira assinada, não recebeu verbas rescisórias e fazia entre cinco a oito shows por mês.
Ele foi contratado por Claudia Leitte em janeiro de 2018, recebendo inicialmente o valor de R$ 700 por apresentação, chegando a R$ 1.400 ao final do vínculo, no início de 2022.
Segundo Danilo, por causa da pandemia de Covid-19, ele não realizou apresentação presencial durante o período, mas participou de três transmissões ao vivo. O backing vocal foi dispensado durante afastamento após ser diagnosticado com Covid-19, juntamente com outros 14 músicos, durante shows ocorridos entre 29 e 31 de dezembro de 2021, no Rio Grande do Norte.
Conforme o processo, Claudia Leitte adotava medidas de proteção contra a Covid-19, porém os integrantes da comissão técnica e banda viajavam juntos no mesmo ônibus, onde estavam constantemente pessoas com sintomas gripais.
Uma testemunha informou que um integrante da técnica e outra do staff pessoal da artista, que só viajavam no jatinho de Claudia, passaram a transitar de ônibus com os outros membros da equipe, pois representavam risco à saúde da cantora.
A reclamação trabalhista foi aberta contra Cláudia Leitte, o marido e empresário dela, Márcio Pedreira, os pais, Ilna Leite e Claudio Inácio Leite, além de cinco empresas administradas pela cantora.
A justiça entendeu que houve negligência por parte de Claudia Leitte e determinou o pagamento de R$ 5 mil de indenização a Danilo. A decisão cabe recurso, no entanto, o julgamento ainda não tem data definida.
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